segunda-feira, 23 de abril de 2012

Como causar uma boa impressão logo de cara

Reuniao de negocios


Seja numa reunião de negócios, num encontro com um cliente ou até numaentrevista de emprego, regularmente, todo profissional precisa se abrir para conhecer novas pessoas. Mas como causar uma boa impressão logo no primeiro encontro?

“A pessoa precisa ter consciência da sua comunicação não verbal. O primeiro impacto sempre está relacionado à imagem que a gente passa”, diz o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki.
1. Cuide da imagem, sempre
Não é preciso estar de acordo com as últimas tendências da moda corporativa, mas é essencial apresentar-se de maneira adequada. E, no mínimo, isso significa roupas apresentáveis (nada de peças amassadas, coladas ou decotadas demais) e limpeza. 
“É como as regras de paquera: qual é a imagem que você quer passar?”, afirma o especialista.
2. Resista à síndrome do tagarela
“Tem gente que não ouve o que as outras pessoas têm a dizer e querem rapidamente vender seu peixe”, diz Shinyashiki. A estratégia adequada, no entanto, é oposta a isso. Quando mais atento ao outro, mais elegante e interessante você se torna. 
“Há um pensamento que o profissional precisa ter no encontro: ‘não existe nada, nem ninguém mais importante do que estar com esta pessoa’”, diz.
3. Faça pontes 
Saber ouvir é essencial para criar pontos de convergência entre seus interesses e o da outra pessoa. “Para que ouvir? Para que você possa entender quais são as coisas importantes, os critérios e valores da pessoa que está ali”, diz. “O péssimo vendedor é aquele que vende do jeito que gostaria que vendessem para ele”.

4. Seja objetivo
Ir direto ao ponto, sem rodeios, é essencial para cativar a pessoa do lado de lá da mesa. “Não precisa contar a história inteira, conte só os pontos mais interessantes”, exemplifica o especialista. “Quando você fala com objetividade e assertividade, às vezes, cria o desejo no outro de querer saber mais”.

“Tem gente que não percebe o quanto são chatas. Ficam repetindo as mesmas coisas, contando a história inteira”, diz.
5. Cuide do tom de voz 
“Tem pessoas que são titubeantes no tom de voz, gaguejam ou falam num tom tão baixo para não ser ouvida”, diz o especialista. “Outras, falam de maneira forte, incisiva ou dominante demais”. O caminho, explica, é adequar o tom de voz para o que está acontecendo ao redor – inclusive para a modulação do falar do outro. “Sua fala tem que ser uma melodia agradável que instigue vontade de ouvir de novo”, afirma.
6. Invista em sensações
Ao acompanhar os gestos, a postura, o olhar e o tom de voz do outro, inconscientemente, você estabelece uma sintonia e gera segurança no outro. “Por isso, as pessoas têm a percepção de que conhecem a outra há tanto tempo”, afirma.
7. Invista em simpatia
A pessoa chegou atrasada ou está emperrando a sua agenda? Jamais olhe para o relógio. Seja discreto e simpático, sempre. “Se você fica olhando para o celular, quebra a sintonia do olhar”, afirma o especialista.

Fonte: http://exame.abril.com.br

sexta-feira, 20 de abril de 2012

3 perguntas que todo empreendedor deve fazer

Perguntando


Quando se fala em montar um negócio, há quem mire setores aquecidos dos quais se espera um bom retorno financeiro. Alguns acreditam que observar a concorrência, avaliar o mercado, e traçar estratégias, enfim, elaborar um bom plano de negócios basta.

Especialistas ouvidos por Exame.com desaprovam esse tipo de postura e são categóricos: sucesso não é dinheiro. Uma série de questões antes e durante o funcionamento da empresa, em parceria com um bom planejamento e muita determinação, moldam umempreendedor com tudo para dar certo. “A principal característica de um empreendedor é a obstinação com que ele lida com as dificuldades encontradas para atingir seu objetivo”, destaca o sócio da Rizzo Franchise, Marcos Rizzo.

Na visão do especialista, um empresário promissor é facilmente identificado. “Ele transparece toda a crença, o amor e a certeza no que faz”. A boa notícia é que características empreendedoras são adquiríveis e não somente parte da personalidade da pessoa. Sendo assim, comece já a mudar seu pensamento. Incorporar algumas perguntas ao seu dia a dia pode ajudar na subida rumo ao sucesso.

1. O que me deixa motivado e feliz?

Como destaca o consultor Batista Gigliotti, a primeira etapa em qualquer negócio é o auto conhecimento. Segundo ele, o que cansa em um trabalho é menos a quantidade e mais a insatisfação. “O brilho nos olhos, que é o que vai convencer as pessoas sobre o sucesso do seu negócio, surge quando se tem afinidade com aquilo e não está fazendo só por dinheiro”. Portanto, antes mesmo de começar é preciso saber exatamente onde se está entrando. “Auto conhecimento é difícil, mas fundamental.”

2. Estou disposto a resistir ao fracasso?

O consultor Marcelo Cherto ressalta as frustrações constantes com que o empreendedor, para ter sucesso, deve aprender a lidar. “Em toda história de sucesso, há muito erro por trás”. De acordo com o sócio do Grupo Cherto, os problemas e caminhos equivocados não devem ser encarados como uma coisa ruim.

Para ele, o importante é errar, mas sempre com a intenção de acertar. “Não vale errar de propósito, por desleixo, negligência ou inconsequência. O que não dá certo, mas foi feito da melhor forma possível, preparado, pesquisado e planejado, vale como aprendizado.”

3. Quem tem um problema que eu posso resolver?

“Um negócio só existe quando houver uma questão a ser resolvida e as pessoas estiverem dispostas a pagar pela solução mais do que ela custa para ser entregue”, afirma Cherto. Ele diz ser comum empreendedores se apaixonarem por uma ideia e esquecerem de pensar se ela resolve e, pior, sem pensar se há consumidores potenciais para o produto ou serviço. “Não se pode ter um negócio para então procurar clientes, e, sim, o contrário.”

Identificar a oportunidade certa é ideal, segundo Batista Gigliotti. Ele destaca algumas formas de conseguir realizar esta tarefa. “Tudo o que te incomoda no dia a dia ou coisas que você percebe que podem ser aprimoradas, além de tendências no setor podem guardar ótimas chances de negócios”, destaca o consultor.

Fonte: exame.abril.com.br



quinta-feira, 19 de abril de 2012

Trolagem: a marca da maldade na web

Máscara do meme trollface

O termo usado para o massacre na internet vem da palavra troll, um monstrengo grotesco do folclore escandinavo popularizado em O Senhor dos Anéis e Harry Potter

À mesa do almoço de festa com a família ou numa roda de amigos no bar, todo mundo sabe o que vai acontecer se falar a favor de um político execrado em seu ambiente, elogiar um feito futebolístico discutível ou fizer uma declaração exaltando os próprios feitos. Cabeças abanando, risadinhas irônicas e até um afetuoso "cala a boca". Multiplicado por milhares de vezes, é isso que acontece quando alguma manifestação por meios virtuais provoca reações negativas. Sem a parte afetuosa. Críticas em massa, agressivas e até ameaçadoras, com a falta de filtros que a internet desencadeia, são chamadas de trolagem. Foi o que aconteceu na semana passada com a apresentadora Sonia Abrão.

Ela usou o aplicativo Instagram para divulgar uma foto de maiô preto, sob uma esfumaçada cortina de tratamentos de imagem. Os comentários sobre os resultados estéticos foram ferozes o suficiente para destruir espíritos menos resistentes. Sonia, ao contrário, tripudiou: "Se eu estou podendo, eu estou podendo". A mesma autoconfiança desabou uma tempestade virtual sobre a loira cabecinha de Samantha Brick, uma inglesa que escreveu para o site do jornal Daily Mail um artigo descrevendo como os homens respondem deslumbrados à sua estonteante beleza, enquanto as mulheres se roem de inveja. As fotos mostravam uma mulher bonita, sem nada de excepcional.

Exagerada mesmo foi a reação despertada por Samantha. Em mais de 5 500 comentários, uma quantidade enorme considerando-se que ela era até então uma desconhecida, Samantha foi praticamente linchada pelo pecado do excesso de convencimento. "Não, querida, elas não te odeiam porque você é bonita (o que você não é), mas por ser uma ordinária presunçosa, delirante e vazia", foi uma das respostas mais amenas. Outras falavam em banana de dinamite na boca e morte a tijoladas — um trocadilho virulento com o sobrenome dela, que em inglês significa tijolo. Até amigos da campeã da trolagem disseram horrores dela em sua página no Facebook.

O termo usado para o massacre via comentários em sites ou pelo Twitter vem da palavra troll, um monstrengo grotesco do folclore escandinavo popularizado em séries como O Senhor dos Anéis e Harry Potter. Do uso inicial como substantivo ("Agora os trolls vão me atacar"), o termo passou a ser empregado como verbo. No Brasil, usa-se troll no primeiro caso e trolar no segundo. Trolagem é o ato de detonar alguém, de forma espontânea ou respondendo a uma convocação coletiva. A disseminação tem sido tão rápida que os termos já fizeram o caminho inverso, saindo do mundo virtual para o real. Quem já ouviu um adolescente dizer "Hoje, na escola, trolei fulano" entendeu o sentido: zoar ou atormentar um colega, não necessariamente com a agressividade usada na internet, sob a proteção do anonimato.

Em suas manifestações mais abomináveis, os praticantes da trolagem atacam em sites específicos, onde podem desencadear os piores efeitos. "Os preferidos são aqueles criados por pessoas com alguma vulnerabilidade exposta. É comum entrarem nos Alcoólicos Anônimos e escreverem algo como: 'Vai bem uma cervejinha agora', ou em comunidades de casais que passam por tratamento de fertilização e falarem algo horrível sobre bebês ou aborto", explica Claire Hardaker, professora de linguística da Universidade Lancaster e autora de uma pesquisa sobre trolagem. Até um tema tabu como a morte atrai gente que cede aos piores instintos. "É comum que páginas do Facebook feitas para homenagear pessoas que morreram sejam invadidas por mensagens ofensivas", diz a professora.

Ao contrário do caso comparativamente raro de Samantha Brick, a desconhecida que por alguns dias se tornou a mulher mais odiada do mundo, é claro que as pessoas famosas são os alvos preferenciais dos trolls. Celebridades que descobriram nos meios virtuais uma forma de reagir ao que consideram formas equivocadas de tratamento a seu talento e beleza também logo viram que podem sofrer ataques em massa. A atriz Luana Piovani, atualmente em fase de recolhimento por causa da maternidade recente, costuma trolar e ser trolada com a mesma intensidade. Para seus 200 000 seguidores no Twitter, já falou mal de um clipe da cantora Claudia Leitte ("As pessoas perdem a noção! Curso de bom senso, vai?"), criticou o corpo da atriz Carolina Dieckmann ("Avisem a tampa que gostosa tem que ter peito") e detonou trabalhos da modelo Gisele Bündchen ("Está fazendo qualquer serviço para ganhar dinheiro. Que constrangimento"). "Lua­na é a famosa que mais entendeu que, na internet, todo mundo é igual. Seus comentários geram repercussão de proporções gigantescas porque os fãs das pessoas que ela ataca ficam loucos e respondem com uma chuva de comentários", diz Bia Granja, uma das curadoras do Campus Party, a reunião de cúpula do mundo virtual.


Com a apresentadora Xuxa, aconteceu o oposto. Em 2009, ela reagiu com amoroso coração de mãe ao tsunami de comentários maldosos desencadeado quando sua filha, na época com apenas 11 anos, cometeu um erro de ortografia no então recém-criado Twitter. Xuxa protestou dizendo que Sasha havia sido "alfabetizada em inglês". Um novo bombardeio de críticas levou a apresentadora a abandonar sua conta no Twitter (e, com isso, ganhou mais uma leva de posts malucos). "Xuxa vive naquele mundo de fantasia, em que todo mundo ama o que ela faz. Quando entrou na rede, achou que seria desse jeito também", diz Bia. A intensidade das reações pode pegar os iniciantes de surpresa. "O que me sur­preen­deu foi o motivo desse auê todo. O pessoal esquece que eu sou mulher?", diverte-se Sonia Abrão. Alguns dos muitos comentários que a foto dela provocou também tiveram seu lado divertido. "E eu achando que o diabo só vestia Prada", dizia um deles. Troll com senso de humor é muito melhor do que ogros enraivecidos.

Quando a piada vira crime

Com apenas 15 anos, a inglesa Natasha MacBryde foi vítima em vida, e até depois dela, de dois crimes virtuais. Primeiro, aconteceu o cyberbullying, o ataque cruel de colegas da escola que, pela internet, usavam os termos mais chulos contra ela pelos "pecados" de se maquiar e ser querida pelos professores. Natasha cometeu suicídio atirando-se debaixo de um trem. Seus pais criaram uma página no Facebook para homenageá-la. Ocorreu aí o segundo crime. Sem jamais ter tido nenhum contato com a jovem ou sua família, Sean Duffy, de 25 anos, invadiu a página com comentários atrozes. No Dia das Mães, postou: "Ajude-me, mamãe, não consigo sair do caixão". O cyberbullying, praticado por gente que conhece a vítima, já está sendo enquadrado por danos morais. "No Brasil, já houve casos de pagamento de indenização à vítima", diz o advogado Renato Opice Blum, especializado em crimes digitais. Pela trolagem, Duffy pegou pena de serviços comunitários.

Fonte: exame.abril.com.br



quarta-feira, 18 de abril de 2012

3 Passos para Ser Promovido

Ser promovido não depende apenas de fazer um bom trabalho, mas também que as pessoas certas notem seu desempenho. Para que isso aconteça e você seja promovido há três princípios básicos: percepção, visibilidade e influência.

Esses conceitos devem ajudá-lo a construir uma imagem e perfil profissional corretos dentro da empresa e a colocá-lo em contato com as pessoas certas.

Confira três dicas para ser promovido no emprego:

1) Percepção, visibilidade e influência

Tenha controle sobre a maneira como os outros enxergam você, para que a sua imagem reflita corretamente no impacto que você possui sobre a empresa. Destaque-se e seja notado no meio da empresa e entre os cargos superiores, isso irá melhorar seu perfil.

2) Destaque-se

Documente seus sucessos diários. Não esqueça nenhum deles e, quando a oportunidade chegar, divida essas histórias com seu chefe de maneira discreta. A partir dessas vitórias, elabore uma estratégia e recorde-se de todas as vezes que você teve um papel decisivo na elaboração de uma estratégia ou solução de um problema.

3) O obstáculo

Identifique aquilo que o está impedindo de alcançar esse objetivo. Um dos erros mais comuns é o medo de se expressar ou timidezem destacar-se. Os profissionais temem criar visibilidade para si mesmos e, como conseqüência, acabam despercebidos dentro da empresa. Seja qual for seu obstáculo, procure soluções para superá-lo e pessoas que podem apoiá-lo nessa caminhada.

Fonte: Universia Brasil

Disponível em: http://migre.me/8IltM

http://blog.isocial.com.br

terça-feira, 17 de abril de 2012

Quer mesmo mudar de emprego?

Pronto, aconteceu… Você recebeu uma proposta para mudar de emprego e agora tem que tomar uma decisão. A ideia já havia passado por sua mente algumas vezes, quando a pressão estava muito intensa e seu chefe parecia não perceber.

Foi mais um daqueles momentos difíceis que você, talvez em uma atitude de silenciosa vingança, chegou até a pensar em cadastrar seu currículo em um site de empregos, mas sentindo-se como um “traidor”, abandonou a ideia e decidiu apenas atualizar o seu perfil no Linkedin.

Olhando a rede social, é fácil perceber que não é só você que está olhando para o mercado. Muitos colegas, de outros tempos, já se movimentaram e isso só aumenta a sensação de que está ficando de fora de algo. Parece que “saiu de moda” ficar muito tempo na mesma empresa.

Você deve aceitar a proposta simplesmente porque agora é assim? Talvez não, pois isso parece muito imaturo se não for por razões mais estratégicas do que apenas “seguir uma tendência de mercado”.

E quanto à possibilidade de falar com o chefe sobre a proposta? Esse parece ser o caminho mais lógico inicialmente, contudo, se o chefe não tiver maturidade para entender seu processo de crescimento profissional, há um grande risco, afinal, nenhuma possibilidade de ruptura é recebida com alegria. Por isso, se a conversa não for muito objetiva ou seus argumentos forem mal direcionados, pode acontecer até de você acabar sendo discriminado como um “mercenário” que busca apenas os próprios interesses.

O que fazer então?


Primeiro, livre-se de qualquer sentimento estranho com relação a proposta, afinal, estamos em um momento de crescimento econômico e a competitividade faz com que os profissionais sejam disputados pelo mercado.

Segundo, avalie muito bem o que pode alcançar com a nova possibilidade. Você precisa colocar em sua decisão fatores como crescimento profissional, desenvolvimento através de desafios e autonomia para inovação. Lembre-se que o eventual benefício financeiro – normalmente mais sedutor – é parte do processo de conquista, por isso não deve representar o único fator para sua decisão.

Terceiro, considere as possibilidades em seu atual emprego, pois nele já existe uma rede de relacionamentos à sua volta e você já conhece muito sobre a dinâmica de trabalho. O nome disso é “conhecimento tácito”, atualmente o principal fator na aceleração de uma carreira profissional.

Por fim, lealdade é um valor extremamente importante em qualquer relacionamento, portanto, seja sempre leal, principalmente na sua relação com seus próprios objetivos.

Sidnei Oliveira

Para o jovem, acredito que aquele risco de perder oportunidades de emprego em função de um currículo com muitas empresas trabalhadas, mas pouco tempo de atuação em cada uma delas, já não é mais tão preocupante como antigamente. Porém, na minha visão, isso não diminui o peso da responsabilidade para lidar com esse assunto e faz com que o acerto de contas passe a ser entre você e a sua consciência na hora de assumir e defender as decisões que precisaram ser tomadas para a construção da carreira desejada. Quando começamos a perceber o impacto que nossas escolhas têm em nossa vida, pensar duas vezes antes faz toda diferença.

Beatriz Carvalho

O medo é geral. Sentimos receio em trocar o certo pelo duvidoso, ao mesmo tempo em que tememos chegar ao estágio da acomodação e não desatolar dele nunca mais. Exagero ou não, só de pensar em mudança dá vontade de correr para longe da decisão, pois a coragem some e o desejo de seguir novos desafios desaparece, pelo menos nos primeiros instantes.

Por isso, a decisão vai além do “seja leal aos seus objetivos de vida”, quando ainda nem se sabe quais são eles. Siga-os com fidelidade assim que compreendê-los, porque essa sim é uma constatação complexa: entender verdadeiramente o que se gosta de fazer na vida.

Já tem certeza? Então, não há o que temer. Analise, primordialmente, se sua atuação está sendo merecidamente reconhecida pelo seu atual empregador antes de pensar em recusar alguma nova proposta e busque alternativas que te façam mais feliz!

Bruna Nicolao

Beatriz Carvalho, formada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, trabalha há quatro anos com relacionamento corporativo.

Bruna Nicolao, Jornalista com pós-graduação em Gestão da Comunicação Empresarial e Relações Públicas, atua como Assessora de Comunicação Corporativa desde 2006.

Fonte: exame.abril.com.br

segunda-feira, 16 de abril de 2012

SUS começa a distribuir em maio 20 milhões de preservativos femininos

O Ministério da Saúde começa a distribuir em maio o primeiro lote dos 20 milhões de preservativos femininos que serão entregues ao longo do ano. As populações prioritárias serão definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade a doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo a aids e as hepatites virais.

No público-alvo, de acordo com a pasta, estão profissionais do sexo, mulheres em situações de violência doméstica e/ou sexual, pessoas com HIV/aids, usuárias de drogas e seus parceiros e pacientes do DST. Também se enquadram pessoas de baixa renda e usuárias do serviço de atenção à saúde da mulher que tenham dificuldade em negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro.

Segundo o ministério, esta é a primeira aquisição feita pelo governo de camisinhas femininas de terceira geração – fabricadas com borracha nitrílica. Foram gastos R$ 27,3 milhões, sendo o preço unitário R$ 1,36.

Preservativo feminino (Foto: Ceridwen/Wikimedia)

O preservativo feminino chegou ao mercado brasileiro em 1997, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a comercialização do produto no país. As 20 milhões de unidades a serem distribuídas este ano representam um aumento de 25% em relação à compra de toda a série histórica, que totaliza 16 milhões de camisinhas.

Uma pesquisa feita pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais em 2008 mostrou que cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas no Brasil conhecem ou pelo menos já ouviram falar da camisinha feminina.

De acordo com a pasta, estudos demostram ainda que saber onde conseguir a camisinha é um fator essencial para o seu uso e que mulheres que não sabem onde encontrar o preservativo têm 81% a menos de chance de fazerem sexo protegido.


Fonte:http://revistaepoca.globo.com/

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Facebook cria ambiente exclusivo a escola e universidade

Groups for Schools: novidade do Facebook para comunidades acadêmicas

Groups for Schools: novidade do Facebook para comunidades acadêmicas (Reprodução)

O Facebook colocou à disposição de escolas e universidades um novo tipo de perfil destinado especialmente a instituições de ensino. Batizado de Groups for Schools, o novo recurso da rede social permite que estudantes e membros de uma determinada comunidade acadêmica troquem arquivos, criem eventos e compartilhem mensagens. Tudo em um ambiente fechado, que só permite a participação de pessoas autorizadas. Para fazer parte das comunidades do Groups of Schools, o usuário precisa informar um endereço de e-mail com domínio da instituição.

A ferramenta Groups of Schools não incorpora automaticamente os grupos escolares já existentes no Facebook. Portanto, as instituições que já possuem perfil na rede terão que se cadastrar na nova ferramenta. Até o momento, não existem grupos das mais importantes instituições brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Apesar de milhares de grupos de instituições de ensino já existirem no Facebook, agora eles estarão organizados, com um endereço próprio e com ferramentas para melhorar a comunicação entre seus membros. Até aqui, as escolas que desejavam criar comunidades exclusivas precisavam recorrer a aplicativos e desembolsavam até 50.000 dólares para manter um ambiente restrito a seus alunos, professores e funcionários.

Criado em 2004, o Facebook havia sido pensando por Mark Zuckerberg como uma plataforma que conectasse os estudantes universitários americanos. Por meio dela, era possível estar em contato com colegas de classe e professores. Também era possível ficar mais próximo de companheiros de dormitório e amigos que compartilhavam interesses em comum. Com a abertura da rede, o Facebook perdeu muito de sua função inicial. Agora, o Groups of Schools leva Zuckerberg de volta ao campus.

Fonte:

Quais as características de empresas inovadoras?

Lâmpadas coloridas

Quais as características de empresas muito inovadoras?
Respondido por Guto Grieco, especialista em inovação

Inovação é mais do que uma palavra da moda. É uma competência chave que muito possivelmente representa a diferença entre o sucesso de uma empresa e seu potencial fracasso. Inovação é o único caminho para fechar efetivamente a lacuna entre as demandas dos consumidores e os recursos cada vez mais escassos. Inovação nos possibilita fazer mais com menos.

A inovação nas empresas é absolutamente necessária para a longevidade dos negócios e será o mais importante fator que, isoladamente, vai determinar o sucesso das empresas durante o século XXI.

E quais são as características das empresas muito inovadoras? Como na inovação não há fórmulas, valem as reflexões. Companhias inovadoras avaliam seus colaboradores por alguma nova realização que gere valor, têm verba no orçamento para projetos piloto e um processo de inovação claro.

Além disso, inovar precisa estar acessível a todos os colaboradores e a empresa não só atualiza seus produtos e serviços, mas surpreende seus clientes. Percebeu, agora, por que algumas empresas são mais inovadoras?

Fonte: http://exame.abril.com.br