A Agência Design é a mais respeitada e desejada empresa de eventos do Rio de Janeiro. Com mais de 30 anos de muita experiência e sucesso nesse mercado tão competitivo e surpreendente, já foi pioneira em grandes novidades como becas americanas, canudos personalizados e até reprodução das formaturas em DVD e em muitas outras. Por toda sua história e passado, a Design construiu em sua marca a garantia e a certeza de um evento espetacular e grandioso assim como seus sonhos e seu sucesso.
Faça uma pesquisa mais profunda sobre a empresa em diferentes canais
O processo de seleção foi lento, concorrido e exaustivo, mas você foi aprovado notraineeda empresa dos sonhos. Comemorar é o primeiro passo. Mas, e depois? O que fazer durante o período que antecede o programa de treinamento?
Para João Paulo Fonseca, que está participando do Programa de Trainee da Ambev 2012, a prioridade foi descansar entre o período da aprovação e do começo do programa, que começou em 2 de janeiro. “Passar um mês parado foi fundamental para mim, pois sei que o programa demanda e para ser contratado tem que ter muita disposição”, afirma.
Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos afirma que mesmo instruindo os aprovados a pesquisarem sobre a empresa que irão trabalhar, muitos insistem que essa atitude não é necessária. “Na integração cobra-se o conhecimento da empresa e os profissionais desta veem com bons olhos os que sabem mais.”, explica.
Isso não significa, contudo, que o tempo pré-programa de trainee deva ser de tensão. Veja cinco dicas de especialistas para se preparar antes do início do programa de treinamento eevite cometer gafes:
1Descanse
Especialistas recomendam o descanso, pois o processo de seleção provavelmente gerou um alto grau de ansiedade. Aproveite o tempo paraler, assistirfilmesou viajar. Caso tenha um emprego ou estágio, tente ao menos tirar alguns dias de folga antes do programa.
2Aprofunde a pesquisa sobre a empresa
“Pesquise sobre a história, a estratégia, a natureza dos negócios, a cultura organizacional da empresa em diferentes canais como sites, revistas ou relatórios”, ensina Marcelo Orticelli, diretor da Área de Pessoas do Itaú Unibanco.
Além das informações específicas, Orticelli recomenda analisar o setor como um todo, pois uma visão global é indispensável. Ou seja, procure informações sobre os clientes, acionistas, fornecedores, que poderá ser essencial na hora de apresentar soluções durante o programa.
3Reflita sobre seus objetivos
Para Danilo Castro, diretor da Page Talent, o candidato deve reservar um tempo para fazer uma reflexão inicial decarreirae pensar nos possíveis desafios que terá de enfrentar. Outra recomendação é focar na vontade de aprender para evitar uma postura arrogante já no primeiro dia.
4Vai mudar de cidade? Prepare-se
Não é incomum que o candidato tenha que fazer uma mudança ao participar de programas de trainee. Por isso, Orticelli enfatiza que o ideal é chegar com antecedência na cidade ou buscar opções nos fins de semana.
5Converse com ex-trainees
Para Isabela Garbers, gerente de Recrutamento e Seleção da Ambev, todas as formas de pesquisa são válidas. Por isso, tentar conversar com pessoas que já trabalham na empresa e que passaram pelo programa de treinamento só acrescentará para que o candidato se destaque já no primeiro dia.
Vimos esses cupcakes no blog da http://www.missescupcakes.com/. Achamos a ideia fantástica. Não conhecemos a blogueira e nem estamos fazendo propaganda, mas é uma peça perfeita para a decoração. A cor do papel do cupcake e do detalhe do chapéu e do canudo de diploma, dever ser na cor do curso. No site tem como fazer encomenda.
Como o candidato, recrutador também deve ser avaliado pelo candidato na entrevista
Já se foi o tempo em queentrevista de empregoera sinônimo de colocar o candidato contra a parede. Os tempos mudaram e a economia carente de profissionais qualificados não chegou a inverter os papeis, mas revolucionou, sim, a relação entre recrutador e candidato.
Agora, a empresa e os chefes também são submetidos a uma bateria (sutil) de análises feitas pelos próprios candidatos. Afinal, se contratados, eles também sofrerão as consequências de uma decisão mal feita.
Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para avaliar quais são os sinais de que a o estilo de gestão e profissional do chefe pode não ser muito conveniente para suas perspectivas de carreira e vida.
Evidentemente, ponderações devem ser feitas: “Há dias que a gente não acorda de bem com a vida. Isso afeta o humor e o estado de espírito”, diz Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori. Ou seja, os hábitos listados abaixo e nas próximas páginas podem ser indícios de um determinado estilo ou perfil, mas não a palavra final sobre a empresa ou pessoa.
1.Não olha nos seus olhos E não demonstra qualquer sintoma de empatia por você. “É o tipo que se mostra distante e não se interessa em deixar o candidato numa situação confortável”, diz Rafael Souto, CEO da Produtive.
Isso pode ser expresso no tom de voz do recrutador, geralmente, mais agressivo, e em alguns detalhes de postura, como olhar nos olhos ou cumprimentar com desdém.
“Ele não tem uma postura simpática, nem a leveza de quebrar o gelo”, diz Passadori. Na prática, a pessoa pode ter um estilo de liderança autoritário e até egocêntrico. 2.É uma metralhadora de perguntas ambulante Nesse sentido, geralmente, este líder dá para a entrevista um tom de quase inquisição. “Ele não comenta as respostas do candidato ou, pior, não o deixa respondê-las completamente”, diz Passadori.
“O recrutador que não dá feedback, não exprime complemento para a resposta ou ainda mostra um certo desprezo pode ser um líder mais distante, desinteressado mesmo”, diz Souto, da Produtive.
3.Faz perguntas invasivas Ainda nessa toada, geralmente, sinal vermelho quando o recrutador extrapola os limites do profissional e do pessoal. Mais e mais, as entrevistas de emprego exigem perguntas que contemplem a pessoa como um todo. Mas isso não significa que aspectos íntimos da sua vida devam virar pauta da entrevista.
O recrutador que entra por essa linha pode estar com más intenções ou que, simplesmente, quer sondar o quanto você gasta tempo com sua vida para além do trabalho. 4.Dá respostas evasivas Por outro lado, um recrutador que responde com frases evasivas e monossilábicas pode indicar um chefe que não é aberto com a equipe. Ou alguém que ainda se apoia em uma postura extremamente fechada sobre os procedimentos e bastidores do trabalho. 5.Escolhe os pronomes “errados” Fique atento também para as escolhas que o recrutador faz. Se ele prefere usar o pronome “eu” em vez de “nós” quando fala sobre conquistas do departamento, cuidado: o chefe pode ser individualista ou simplesmente não saber trabalhar em equipe.
Antes de chegar ao Colégio São Luís, em São Paulo, a professora Roberta Ramos não perdia mais que meia hora para preparar uma prova de português. As perguntas eram diretas e exigiam do aluno pouco mais que o esforço de decorar a matéria. Ela mesma admite isso. Seis anos atrás, ao ingressar na equipe de professores da escola, uma das particulares mais tradicionais da cidade, Roberta passou por um treinamento específico para aprender a preparar provas. Hoje, gasta por volta de uma hora para elaborar avaliações para alunos da 6ª série, com 12 anos de idade. Questões de gramática, antes apresentadas em frases soltas, agora vêm acompanhadas de textos, e a preocupação de Roberta vai além de verificar se os alunos sabem identificar sujeito e predicado – ou se a concordância verbal da frase está correta. Seu objetivo é criar questões que exijam uma reflexão sobre o idioma.
Roberta e o Colégio São Luís estão tentando mudar uma situação comum no Brasil e em outros países da América Latina: os professores não sabem avaliar seus alunos. Um estudo comparativo entre oito países latino-americanos, feito pelo uruguaio Pedro Ravela, da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica do Uruguai, deixou isso claro. Ravela entrevistou 160 professores de escolas com bom desempenho nos exames da Unesco (que avaliam alunos da educação fundamental de 17 países da América Latina) e analisou as provas elaboradas por eles. A conclusão é que a grande maioria dos professores não sabe elaborar provas que avaliem o aprendizado de forma eficaz. “Os professores cobram apenas o conteúdo decorado. Não existe uma reflexão na hora de fazer os exercícios”, diz Ravela. Sua pesquisa não incluiu o Brasil, mas, segundo Maria Márcia Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp, esse é um problema que também afeta as escolas brasileiras. “Infelizmente, o que temos visto são professores despreparados e provas que não conseguem avaliar as turmas”, diz ela.
O estudo de Ravela mostra três problemas fundamentais nas provas analisadas. Primeiro, não são reflexivas, cobram apenas o conteúdo decorado. Segundo, os professores não debatem as questões com os alunos depois da correção, o que é fundamental para que aprendam. Terceiro, a maneira como os professores corrigem as provas é subjetiva e arbitrária. Para Ravela, a raiz desses problemas se encontra na formação do professor. Ele não aprende a fazer provas na faculdade. “Falta aos professores fazer esse trabalho de ajudar os alunos a entender o que aquela nota realmente significa, quais são os critérios de avaliação, mostrar exemplos de como melhorar”, diz ele. A professora Maria Márcia diz que não existe, no curso de pedagogia, uma matéria que ensine a preparar provas. Os cursos oferecem disciplinas que abordam teoricamente os princípios da avaliação. Supõe-se que os professores aprenderão a preparar provas durante seus estágios profissionais. Na prática, portanto. “Isso é um erro”, afirma Laez Fonsesa, coordenador pedagógico do Colégio São Luís. “Os estágios não são suficientes para esse tipo de aprendizado. A faculdade deveria oferecer uma disciplina que ensinasse a preparar provas.”
Até pouco tempo atrás, as provas eram usadas apenas para medir o conteúdo decorado. Isso está mudando
A necessidade de melhorar as avaliações ficou evidente nos últimos anos, quando os alunos começaram a fazer as provas do Enem (que avalia o ensino médio) e do Enade (voltado para os estudantes universitários). Esses dois exames têm métodos de avaliação reflexivos, diferentes dos testes que prevaleciam nas escolas. Agora, os cursos de pedagogia e de licenciatura precisam se adaptar à mudança. “As exigências mudaram”, afirma Neide Noffs, coordenadora do curso de psicopedagogia da PUC-SP e pesquisadora na área de formação de professores.
Não existe uma fórmula para fazer boa prova – e nisso todos os pedagogos concordam. Mas existem pontos que devem ser levados em consideração na hora de elaborar qualquer avaliação, de qualquer matéria. Um deles é trabalhar o conteúdo em contextos e situação reais ou similares aos que o aluno pode encontrar na vida real. Isso obriga o estudante a aplicar aquilo que foi ensinado, e não apenas a reproduzir o que foi dito pelo professor(leia o quadro abaixo). Outro ponto importante é usar a prova como parte do processo de aprendizado, para que o aluno possa melhorar a partir da avaliação recebida. O modo como a nota é dada também é uma questão importante. É fundamental que a escola tenha os critérios de avaliação padronizados, para o aluno entender por que ganhou ou deixou de ganhar pontos em determinada questão. A avaliação, sugere Ravela, não deveria nunca ser vista como algo subjetivo e pessoal.
Algumas escolas já põem em prática o que o estudo de Ravela aponta como o método ideal de avaliação. O treinamento inclui um documento que cria regras para elaborar as provas. Foi com esse método que as provas da professora Roberta, do Colégio São Luís, deram um salto de qualidade. Os termos “cite exemplos” ou “na sua opinião” foram abolidos, por ser considerados subjetivos. Roberta também foi orientada a criar questões que despertem o espírito crítico do aluno e avaliem habilidades como comparar, interpretar e relacionar. Segundo ela, fazer provas que avaliam diferentes competências é muito mais trabalhoso, porque envolve pesquisa. “Tenho de pesquisar e elaborar questões que desafiem o aluno”, diz Roberta. “Tudo isso dá mais trabalho e toma mais tempo, mas o resultado final é muito melhor”(leia o quadro abaixo com a comparação dos resultados).
O profissional de educação deve ter uma inquietude que a faculdade não dá
Os colégios Móbile e Sidarta, em São Paulo, também investiram na formação de seus professores. No Sidarta, a diretora pedagógica Claudia Siqueira fez um processo em três etapas: primeiro, avaliou com cada professor as provas que estavam acostumados a fazer, sempre questionando o tipo de competência que pretendiam avaliar com determinada questão. O resultado foi que a maioria das questões avaliava o conteúdo decorado. A partir disso, Claudia orientou os professores a refinar o processo de questionamento, com base nos critérios exigidos pelo Enem. Ela não fez nenhum curso específico para aprender a avaliar. Diz que aprendeu sozinha a fazer boas provas, por não se contentar em reproduzir os exercícios feitos na sala de aula. No Móbile, a tarefa de criar provas melhores foi dada à coordenadora pedagógica e professora de física Maria da Glória Martini.
O primeiro passo para a mudança foi reunir os professores durante seis meses para um estudo de habilidades e competências. Depois disso, Maria da Glória dividiu os professores em dois grupos – um resolvia as questões criadas pelo outro. A ideia era colocar o professor no papel de aluno, para que ele percebesse onde a avaliação apresentava problemas. “Deu muito certo. Pudemos ter uma noção real do que é eficaz em uma prova e do que não é”, diz Maria da Glória. Os métodos das escolas são diferentes, mas o objetivo é um só: fazer com que bons professores sejam, também, bons avaliadores. Afinal, a avalição afeta dramaticamente o aprendizado e a vida escolar do aluno. “Além de ensinar bem, um excelente professor deveria ser capaz de também fazer boas avaliações”, afirma Ravela. “Só assim o aprendizado é completo.”
Nem só de sala de aula é feita acarreira das pessoas formadas em matemática. Nos últimos anos, a combinação entre um perfil analítico e a evidente habilidade com cálculos também colocou esses profissionais na mira do mercado de seguros.
“Não há uma carreira específica para matemáticos. Mas há espaço para pessoas com essa formação no mercado”, diz Fabiana Kirslys, coordenadora de recrutamento e seleção da Porto Seguros.
Na prática, eles são requisitados para as áreas de análise de risco e precificação. Ali, a tarefa deles é interpretar as centenas de dados que movimentam o negócio.
Mas, segundo a especialista, há espaço para a atuação dos matemáticos em outras setores. Mas isso varia de acordo com o perfil do profissional.
Agora, não basta saber tanto de números ao ponto de conseguir dar um significado para eles. A carreira na área também demanda um profundo conhecimento sobre o mercado de seguros.
“Ele precisa ter uma visão sistêmica de como tudo funciona”, diz a especialista. “Não ficar só na capacidade técnica, mas eles devem conhecer o negócio e investir em habilidades como negociação e comunicação, por exemplo”.
Existem hoje no Brasil mais de 1,8 milhão de Empreendedores Individuais
A partir de janeiro começa a valer o novo teto da receita bruta anual do EmpreendedorIndividual (EI), que passa de R$ 36 mil para R$ 60 mil, conforme a Lei Complementar 139/11. Hoje já existem no Brasil mais de 1,8 milhão de EI. A formalização desse público é feita por meio do Portal do Empreendedor.
A Lei complementar 139/11 também cria simplificações para o EI. Entre elas, a possibilidade de alteração e cancelamento do cadastro, a qualquer momento, pela internet. A medida já está regulamentada pelo Comitê Gestor da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Atualmente, os empreendedores individuais podem contratar até um empregado. Conforme a LC 139/11, a partir de 2012, quando esse empregado tiver que se afastar legalmente, o EI poderá contratar um substituto durante o período de licença do trabalhador. A lei também cria a Declaração Única do Microemprendedor Individual (Dumei), que unificará a entrega de diversos documentos com informações sociais, fiscais e tributários. A Dumei ainda precisa ser regulamentada.
Para o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, os avanços criados pela Complementar 139/11 permitirão que o empreendedor individual tenha mais espaço para crescer, subir na escala empresarial e se tornar microempresa. Além disso, abre caminho para simplificar a vida das empresas em geral.
“O Empreendedor Individual caminha para inaugurar por completo uma forma de as empresas se relacionarem com o Estado, resgata o pressuposto da boa fé e simplifica procedimento, liberando tempo e recursos para as empresas se desenvolverem”, explica.
Assim como, no fundo, toda empresa é movida pelo lucro; todo o funcionário espera uma recompensa financeira pelo seu bom desempenho. Certo? Para o siteInc.com, nem sempre. É possívelmotivara equipe sem tirar um tostão do bolso.
Os nove passos a seguir, listados pelo Inc.com, ensinam como tornar um funcionário apaixonado pelo que faz e disposto a desenvolver a empresa em que está. E o melhor: gastando muito pouco, ou praticamente nada.
1 - Seja generoso e faça elogios
Elogio é uma coisa que todo mundo gosta de receber, mas parece muito difícil de ser dado, sobretudo em ambientes corporativos. Por isso que, quando vem de um CEO na frente de outros colega de trabalho, a satisfação por recebê-lo parece vir em dobro. Fazer um elogio quando um funcionário acerta eleva a autoestima dele e dos que o rodeiam. É a maneira mais simples de recompensar as melhorias feitas por cada um.
2 - Livre-se dos gestores
É possível fazer projetos sem ter gerentes de projetos envolvidos? Além de possível, essa escolha é mais eficiente. Pode parecer trabalhoso tirar o controle de um gestor e, em seu lugar, capacitar todos os envolvidos em um mesmo objetivo. Porém, permitir que as pessoas trabalhem juntas em um nível de igualdade com seus colegas, muitas vezes faz com que elas produzam mais e melhor. Sem contar as glórias que serão atribuídas a todos e não a apenas um.
3 – Faça, das suas ideias, as deles
Pessoas destestam que lhe digam o que fazer. Em vez disso, experimente perguntar a elas sobre suas pretensões e induzi-las a fazer o que você quer realmente. Dessa maneira, o "Eu gostaria que você fizesse desta forma" se transforma em "Você acha que seria viável se fizermos desta maneira?"
4 - Nunca critique ou corrija
Dizer que alguém fez algo errado é o caminho mais certeiro de desmotivar alguém. Tente uma abordagem indireta para levar as pessoas a melhorar, aprender com seus erros e corrigi-los. Converse com a pessoa e fale de possíveis soluções. Perguntar: "Isso foi a melhor maneira de abordar o problema? Tem alguma idéia sobre o que você poderia ter feito diferente? " ajudará mais que apenas apontar o dedo.
5 – Transforme todos em líderes
Destaque os pontos fortes do desempenho dos funcionários e deixe que esses sejam exemplo para os demais. Assim eles serão motivados a viver de acordo com a sua reputação como um líder.
6- Almoce com um deles uma vez por semana
Surpreenda-os. Em um dia qualquer, saia da sua sala e vá diretamente convidar um funcionário de destaque para almoçar com você. É uma maneira fácil de lembrá-los que você nota e aprecia o trabalho de todos – e uma recompensa ao alcance de toda equipe.
7 – Dê pequenas recompensas
Isso pode ser feito de muitas formas. Dê um grito para fora da sala, em meio a uma reunião, para elogiar alguém. Realize concursos ou jogos internos e acompanhe os resultados em um quadro branco que todos possam ver. Dê prêmios tangíveis, de valor baixo suficiente para não atrapalhar o caixa e alto o bastante para enobrecer quem o receber. Valem jantares, troféus, serviços de spa e placas.
8 – Reúna a equipe e festeje
Pensar na equipe como um grupo ajuda e, muito, a todos entenderem que estão juntos atrás de uma meta única. Organizar piquiniques, festas de aniversário, happy hour e pequenos eventos faz com que todos se lembrem disso o ano inteiro.
9 – Compartilhe as dores e as alegrias
Quando a empresa se sair bem, comemore. Este é o melhor momento para que todos saibam que você é grato pelo esforço deles. As decepções também precisam ser divididas, mesmo porque é preciso ficar claro sempre como a empresa está perante a concorrência e o mercado. Seja transparente.
Quem deseja começar o ano com um novo empreendimento pode se inspirar em recomendações de quem entende do assunto. OG1fez a alguns empresários brasileiros bem-sucedidos em diferentes áreas dos negócios a seguinte pergunta:
“Que conselho você daria para quem deseja abrir um negócio e empreender em 2012?” Confira:
Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar. (Foto: Divulgação)
Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar
"Primeiro é preciso trabalhar com o maior número de informações sobre o negócio e investigar: Pergunte, pergunte, pergunte. O 2º momento é o do planejamento, que permitirá traçar os objetivos, desafios e metas a serem alcançados. Nessa etapa é muito importante ter planos B, C e D, pois nem sempre as coisas saem como a gente imagina. Tendo um projeto coeso em mãos, é chegada a fase da execução. E, nesse processo, definir suas ações em princípios do bem faz toda a diferença, independentemente do tamanho da empresa ou do negócio que se pretende montar."
Presidente da Brasil Foods, José Antonio Fay. (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
José Antonio Fay, presidente da Brasil Foods
“Para ser empreendedor, tem que ter sonho, muita vontade e algum dinheiro ajuda muito. Às vezes, as pessoas têm uma boa ideia, mas é preciso saber administrar uma boa ideia. Penso que é um privilégio viver no Brasil neste momento. O Brasil nunca teve tanta estabilidade e possibilidade de fazer negócios, em qualquer tamanho, então acho um privilégio que deve ser aproveitado.”
Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza. (Foto: Divulgação)
Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza
"É difícil dar conselhos porque não existe uma fórmula pronta para se obter o sucesso. O que eu falo sempre é que as pessoas nunca devem pensar pequeno, têm que pensar grande, sonhar, mas agir com os pés no chão, dentro de suas possibilidades. Toda gestão precisa ser racional, baseada em números. O fluxo de caixa pode quebrar uma empresa rapidamente, mas alguns momentos exigem muito mais intuição do que racionalidade, então, é preciso ter a sensibilidade para perceber esse momento. Por fim, um conselho que vale para todas as pessoas é investir sempre no conhecimento. É preciso estudar, ler e estar muito bem informado, porque a informação é fundamental para semear nossas cabeças com ideias novas."
Maurício Padovani, dono da Pet Creche (Foto: Divulgação)
Maurício Padovani, dono da Pet Creche
"Tenha foco, informe-se com as pessoas certas, pesquise e estude; mas, acima de tudo, tenha um diferencial no seu negócio, algo que tire você do lugar comum, do mesmo."
Paulo Nascimento, vice-presidente da Azul Linhas Aéreas
“O primeiro conselho que eu daria é: tenha bastante capital para enfrentar períodos difíceis que podem vir. Segundo: seja muito criativo e ofereça um produto diferenciado para os seus clientes, mesmo que seja num nicho de mercado. E terceiro: é preciso ter muita dedicação para construir um projeto e atrair boas pessoas no seu time. Com isso, você vai ter sucesso.”