O ranking do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos pode dar algumas pistas sobre o cenário brasileiro de carreiras quentes para os próximos anos.
Engenheiro Biomédico
São Paulo - A queda na taxa de desemprego nos Estados Unidos animou os mercados na primeira semana do mês. Mas como será o mercado de trabalho americano até 2020? O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos tentou prever isso em sua mais recente projeção de empregos para os próximos oito anos.
O ranking, que mostra quantas vagas serão abertas até 2020 nos Estados Unidos, pode dar algumas pistas sobre o cenário brasileiro de carreiras quentes para o futuro próximo.
Entre as carreiras que exigem qualificação e ensino superior, a engenharia biomédica é a que vai ter mais crescimento em número de oportunidades de trabalho nos Estados Unidos, segundo o estudo.
O envelhecimento da população somado à crescente demanda por serviços médicos deve aumentar a procura por tecnologia ligada a saúde. Nesse cenário, os engenheiros biomédicos entrarão em ação para desenvolver soluções para a área.
O trabalho vai desde desenvolver órgãos artificiais até sistemas de informação médicos.
Crescimento entre 2010 e 2020: 61, 7%
Coordenador de eventos
A combinação entre a proximidade da Copa do Mundo e Olimpíadas e o Brasil no roteiro das principais turnês musicais colocou o trabalho dos coordenadores de eventos na lista das profissões mais quentes.
Sob a batuta dele estão todas as ações que permitem que um evento seja um sucesso. Da logística à contratação das estrelas. Tudo passa pelo olhar analítico do coordenador de eventos.
Essa tarefa exige bons relacionamentos profissionais, capacidade de fazer decisões com rapidez e habilidade para trabalhar com prazos apertados. Conclusão? Nível 49.85 na escala de estresse, segundo lista das profissões mais estressantes em 2012.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 43,7%
Radiologista
Com o envelhecimento da população, a área de saúde estará em alta nos próximos anos. Neste contexto, os radiologistas têm a função de acompanhar os procedimentos para execução de exames de diagnósticos por imagem. Há dez anos, o Brasil contava com 5.388 radiologistas cadastrados no Conselho Federal de Medicina.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 43.5%
Intérprete e tradutor
Com o Brasil no centro das atenções mundiais, intérpretes e tradutores também ganharam uma atenção extra da companhias que querem conquistar mercados para além das fronteiras do Brasil.
Destaque para o cargo de tradutor juramentado, que exige concurso público, mas habilita o profissional a traduzir documentos oficiais.
Esse tipo de serviço é indispensável, por exemplo, para a tradução de documentos de estudantes de MBA estrangeiro.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 42,2%
Analista de pesquisas de mercado e especialista em marketing
Perceber os desejos do consumidor para materializar isso em produtos, campanhas e serviços. Esse é o objetivo final da carreira dos analistas de pesquisas de mercado que trabalham em conjunto com os especialistas em marketing.
Destaque para a carreira de cool hunter que tem a função de trabalhar com pesquisa ou análise dos fatos do presente para projetar as repercussões no futuro.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 41,2%
Terapeuta familiar
O terapeuta familiar tem a função de diagnosticar e tratar problemas emocionais, afetivos, comportamentais e cognitivos tendo em vista o contexto familiar dos indivíduos em questão. Com base na psicoterapia, ele deve pensar em métodos para auxiliar a família como um todo.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 41,2%
Fisioterapeuta
Ajudar na reabilitação de pacientes com doenças severas fez com que 78% dos fisioterapeutas demonstrassem real satisfação com suas rotinas de trabalho, segundo ranking dos profissionais mais felizes. Essa é outra carreira em alta graças a fatores como o envelhecimento da população.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 39%
Dentista
No Brasil, após a graduação de cinco anos em Odontologia, os dentistas podem ser especializar em cerca de 20 diferentes especialidades que vão de ortodontia a odontologia legal, passando por radiologia e odontologia do trabalho, para atuar em empresas.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 37,7%
Fonoaudiólogo especializado em Audiologia
As mudanças na rotina das pessoas (por conta da poluição sonora) somadas ao envelhecimento da população podem aumentar o campo de trabalho de fonoaudiólogos especializados em audiologia nos próximos anos.
O trabalho desses profissionais é diagnosticar e prevenir problemas de audição, além de adaptar aparelhos para problemas auditivos.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 36,8%
Educadores em saúde e qualidade de vida
A profissão voltada para formados em Educação Física tem o objetivo de encorajar a qualidade de vida e o bem estar em comunidades. A procura será alta em empresas e instituições da área de educação.
Crescimento entre 2010 e 2020 nos EUA: 36,5%
Fonte: exame.abril.com.br
A Agência Design é a mais respeitada e desejada empresa de eventos do Rio de Janeiro. Com mais de 30 anos de muita experiência e sucesso nesse mercado tão competitivo e surpreendente, já foi pioneira em grandes novidades como becas americanas, canudos personalizados e até reprodução das formaturas em DVD e em muitas outras. Por toda sua história e passado, a Design construiu em sua marca a garantia e a certeza de um evento espetacular e grandioso assim como seus sonhos e seu sucesso.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Para usuários, só um terço das mensagens do Twitter é interessante

Você encontrou um link super legal e decidiu postar no Twitter para compartilhar com os amigos. Ninguém deu RT. Nem sequer um reply. Você ficou chateado, né? Já parou para pensar que o link que você tuitou não é tão interessante assim? Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, do Carnegie Mellon e da Universidade de Tecnologia da Geórgia decidiram descobrir se o Twitter estava mesmo chatinho. O resultado não surpreendeu: apenas um terço das mensagens postadas no Twitter vale a pena ser lido. O resto é lixo.
Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores criaram o Who Gives a Tweet, um site em que os usuários do microblog poderiam se inscrever para avaliar a relevância dos tweets postados pelos perfis que eles seguiam. Em troca, ofereciam os próprios tweets para serem avaliados. Ao todo, 1443 visitantes do site avaliaram mais de 43 mil tweets de 2.014 contas.
Os voluntários curtiram 36% dos tweets, não gostaram de 25% e foram indiferentes aos outros 39%. “Uma porção significativa do conteúdo é considerada irrelevante, por vários motivos”, conta o doutorando do MIT Michael Bernstein, que participou do estudo. Os pesquisadores foram além e tentaram descobrir também por que o Twitter se transformou num desfile de mensagens chatas e desinteressantes. Com os dados dos voluntários em mãos, eles até elaboraram uma pequena cartilha que mostra o que NÃO devemos tuitar. Um spoiler: não é nada que você já não imagine.
1. Ninguém curte link velho. Preste atenção na data da notícia antes de espalhá-la. Se estiver na dúvida, consulte o Is It Old?, que mostra quantas vezes o link já foi tuitado.
2. Não tenha medo de dar a sua opinião. Se vai tuitar uma resenha de filme de um site de cinema, por exemplo, diga também o que você achou.
3. 140 caracteres são o suficiente. Flood não é legal.
4. Não abuse das siglas desconhecidas. Ninguém é obrigado a saber o que você sabe.
5. “Acabei de comer um sanduíche”. Tem certeza que acha a sua refeição importante para os seus seguidores?
6. Contextualize. Se o seu seguidor pegar o bonde andando, ele saberá pelo menos em que linha acabou de entrar.
7. Sem mimimi.
8. Não dá para contar a história em 140 caracteres? Seja esperto e use a limitação ao seu favor. Conte a parte mais importante e dê um link com a continuação.
9. Se você é uma webcelebrity, preocupe-se em acrescentar alguma coisa aos seus milhares de seguidores.
Imagem: Getty Images
Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/tendencias/para-usuarios-so-um-terco-das-mensagens-do-twitter-e-interessante/
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
10 filmes que todo concurseiro deveria assistir (no tempo livre)

Passar em concurso público é um daqueles tipos de missão que tomam a vida como um todo e exigem o máximo possível de dedicação. Mas a rotina de livros, simulados e editais pede, vez ou outra, um respiro ou uma espécie de "pit stop" para receber uma dose extra de ânimo.
O cinema pode assumir um papel importante nesse processo de olhar para dentro de si mesmo e encontrar forças onde já parece não existir.
"Sozinho, o concurseiro não vai muito longe. No fundo, nós sempre precisamos estar atrás de um sonho e das razões porque a gente quer aquilo”, diz Guilherme Madeira, juiz e professor do Complexo Educacional Damásio de Jesus.
Pensando nisso, Madeira e o consultor de carreira Homero Reis escolheram 10 filmes que podem dar aos aspirantes à carreira pública uma dose de motivação para seguir na saga de ter o governo como patrão.
O Equilibrista
O documentário conta a saga de Philippe Petit até atravessar, sob um cabo de aço, o espaço que separava as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O fato aconteceu em 1974, mas o planejamento para que o feito fosse bem sucedido começou muitos anos antes.
“Ele olhou para o futuro e se dedicou por um bom tempo para que o projeto de passar de um lado para o outro desse certo”, diz Reis.
O Equilibrista
Diretor: James Marsh
Ano: 2008
Duração: 90 minutos
Gênero: Documentário
Rocky Balboa
No último filme da franquia, Rocky Balboa está aposentado dos ringues e vive uma vida sem sentido. É, então, convidado para lutar contra o principal boxeador do momento que também vive uma crise pessoal.
“Em um dos trechos, ele diz que não importa o quanto as pesosas discutam com ele, ninguém vai bater tão forte quanto a vida. Mas que o que é mais importante é quantas vezes você levanta”, diz Guilherme Madeira, juiz e professor do Complexo Educacional Damásio de Jesus. “O filme também mostra que a última coisa que envelhece, na vida, é o coração”.
Rocky Balboa
Diretor: Sylvester Stallone
Ano: 2006
Duração: 102 minutos
Gênero: Ação
À procura da felicidade
Chris Paul Gardner Gardner era vendedor de aparelhos médicos que estavam em decadência no mercado. Com apenas 21,39 dólares no bolso e vivendo em albergues com o filho, ele decidiu se tornar corretor de ações.
A trama retrata o período em que ele atuou em um estágio não remunerado de uma grande corretora. E mostra como ele se tornou milionário.
À procura da felicidade
Diretor: Gabriele Muccino
Ano: 2006
Duração: 117 minutos
Gênero: Drama
Prova de Fogo
Akkelah Anderson tem 11 anos e, diante de si, o maior desafio que uma criança poderia enfrentar: concorrer ao National Spelling Bee, a mais importante competição de soletrar do mundo.
“O problema é que ela tem uma série de dificuldades que só podem ser solucionadas com o aporte de um coaching”, afirma Reis.
Prova de Fogo
Diretor: Doug Atchinson
Ano: 2006
Duração: 112 minutos
Gênero: Drama
Poder além da vida
Dan Millman é um talentoso ginasta com promessas muito palpáveis de subir ao topo do pódio olímpico. Um acidente, contudo, coloca um pretenso ponto final nos sonhos dele de chegar ‘as olímpiadas.
“Neste processo, ele conhece uma pessoa que o ajuda a superar todas essa limitações”, conta Reis.
Poder além da vida
Diretor: Victor Salva
Gênero: Drama
Ano: 2006
Duração: 120 minutos
Desafiando gigantes
Grant Taylor é treinador de futebol americano que mantém um currículo medíocre – de raríssimas vitórias. “No meio de uma crise profissional, ele descobre uma série de competências próprias e começa a atuar com base nisso”, conta o consultor.
Desafiando gigantes
Diretor: Alex Kendrick
Ano: 2006
Duração: 111 minutos
Gênero: Drama
Coach Carter
Em Richmond, na Califórnia, Ken Carter retorna para o colégio em que estudou na adolescência para atuar como técnico do time de basquete.
“Ele encontra uma escola de pernas para o ar, repleta de pessoas desmotivadas e assume como missão transformar essa realidade”, conta Reis.
Coach Carter
Diretor: Thomas Carter
Ano: 2005
Duração: 136 minutos
Gênero: Drama
Tempo de Recomeçar
George Monroe, um arquiteto de meia idade, descobre que tem câncer e pouco tempo de vida. O filme mostra como ele organiza a vida em função do tempo que lhe resta.
“É a ideia de que você tem que ser capaz de entender que as dificuldades que aparecem na vida dependem das interpretações que você faz da realidade”, diz Reis. “As adversidades só existem quando eu as percebo como tais”.
Tempo de Recomeçar
Direção: Irwin Winkler
Ano: 2001
Duração:145 minutos
Gênero: Drama
Um domingo qualquer
Em algumas carreiras, o tempo é perverso. E os jogadores do time de futebol americano Sharks de Miami sentem isso na pele. Após três derrotas consecutivas, eles precisam agir rápido para mudar sua sina.
“O filme mostra como o talento e o esforço são capazes de fazer um time campeão”, diz o professor Madeira.
Um domingo qualquer
Diretor: Oliver Stone
Ano: 1999
Duração: 165 minutos
Gênero: Drama
A sociedade dos poetas mortos
O personagem interpretado por Robin Willians assume a cadeira de literatura da tradicional Welton Academy. Seus métodos de ensino, contudo, levam os alunos a questionamentos que geram um choque cultural dentro da ortodoxa instituição.
"É um grande filme que mostra como nós tocamos a vida das pessoas quando fazemos o que fazemos com o coração”, diz o professor Madeira.
A sociedade dos poetas mortos
Diretor: Peter Weir
Ano: 1990
Duração: 129 minutos
Gênero: Drama
Fonte: http://exame.abril.com.br
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Como fazer a timeline do Facebook trabalhar pela sua carreira

O Facebook até pode ser a rede social mais badalada da internet brasileira, mas quando o assunto é carreira, o LinkedIn ainda é dominante, segundo os próprios headhunters. Isso não significa, contudo, que você deva relegar o site de Mark Zuckerberg ao ostracismo profissional.
Ao contrário. “O Facebook é também uma forma de mostrar quem você é, de mostrar sua influência em determinado segmento profissional”, diz André Telles, CEO da agência Mentes Digitais. E com isso, ganhar olhares encantados de empresas que encontrem seu perfil em alguma busca pelo Google, por exemplo.
Mas, calma, isso não significa que você precisará abdicar do caráter pessoal e informal Facebook. Alguns recursos da rede social de Zuckerberg permitem que lado profissional e pessoal andem juntos na mesma timeline – sem que um grite mais do que o outro.
Cada um na sua lista
O Google +, talvez, seja, hoje, a rede social que melhor saiba dividir os contatos de cada usuário de acordo com os interesses por meio da ferramenta Círculos. No Facebook também é possível fazer isso.
Do lado esquerdo da página inicial do Facebook, clique no botão “Mais” ao lado do item “Listas”. Depois, clique em criar listas e divida seus contatos de acordo com o teor da suas publicações, como por exemplo “Contatos profissionais”, “Família”, “Amigos” e assim por diante.
Dica básica na hora de postar qualquer informação na rede social (seja uma foto, um vídeo ou um pensamento interessante): defina, a cada publicação, quais listas poderão ter acesso ao seu post.
Influência social
Utilize o mesmo conceito para se tornar relevante na rede social. Faça postagens regulares sobre temas pertinentes para a sua área de atuação e, ao lado do botão publicar, defina sua publicação como “pública”.
Com isso, mesmo pessoas que não estejam em sua lista de contatos, mas que assinam ao seu feed de notícias no Facebook ou que encontram seu perfil em uma busca, poderão acessar essas informações. “É um meio de ganhar influência social dentro daquele determinado grupo”, explica o especialista.
Mas não é necessário deixar públicas apenas as postagens relacionadas com assuntos da sua área de atuação. Fazer comentários pertinentes e interessantes sobre diversas áreas do conhecimento também conta pontos aos olhos de um recrutador.
Todos os olhos para a foto e capa
Dica básica: nada de fotos com roupas diminutas ou que coloquem sua reputação profissional em risco. Encare a foto do perfil como uma espécie de cartão de visitas tanto profissional quanto pessoal.
“A foto tem que ter um close do seu rosto e você tem que estar, minimamente, bem trajado”, diz Telles. Deixe as poses mais pessoais (e reveladoras) para o álbum de fotos – com os devidos cuidados de privacidade.
Agora, na foto de capa, imprima toda a sua criatividade. Escolha uma imagem que fale muito sobre quem você é – em todos os aspectos. “Tem que ser uma imagem diferenciada que chame a atenção”, diz.
Revisão
Agora, atenção. “A timeline do Facebook aumentou o nível de exposição de suas informações”, afirma o especialista. Agora, todas as suas postagens ao longo do tempo estarão à um clique de qualquer pessoa que acessar seu perfil.
Por isso, revise suas publicações anteriores – principalmente aquelas que foram postadas como públicas. Não será nada divertido se o recrutador de uma empresa que estava de olho no seu passe encontrar uma publicação sua falando mal da companhia em questão, por exemplo.
Fonte:http://exame.abril.com.br
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Cerveja emagrece e previne doenças

Sempre ouvimos falar que cerveja estufa a barriga. No entanto, um estudo espanhol vai na contramão dessa premissa: tomar a bebida diariamente evitaria o ganho de peso, além de prevenir diabetes, hipertensão arterial e problemas cardíacos.
Mas antes que os fãs da ‘gelada’ se empolguem e corram para o bar mais próximo, os pesquisadores da Universidade de Barcelona afirmam que os benefícios são garantidos com o consumo de apenas uma caneca por dia.
“Conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que tem cerca de 200 calorias por caneca, o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita com 1.249 homens e mulheres acima de 57 anos.
O estudo ainda revela que o que engorda, na verdade, são os petiscos gordurosos que costumam acompanhar a cerveja, como salgadinhos e frituras.
Elementos poderosos
Para o endocrinologista Carlos Vilaça, a pesquisa reforça os benefícios da bebida à base de cevada e com baixa graduação alcoólica. “A cerveja tem baixo índice glicêmico e é constituída de elementos poderosos, como antioxidantes, ácido fólico, ferro, minerais e vitaminas, que previnem ocorrência de doenças cardiovasculares, melhora índices do bom colesterol e previnem pedras nos rins, por estimular o fluxo urinário”, explica o médico.
Mas especialistas destacam que o hábito moderado de tomar cerveja deve estar associado a dieta saudável e exercícios físicos regulares.
Fonte: http://odia.ig.com.br/
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
VOCÊ É WORKAHOLIC OU WORKLOVER?
Algumas pessoas acreditam que a fórmula ideal para reduzir o estresse e aumentar a performance no trabalho é saber dividir seu tempo de maneira equilibrada entre as tarefas profissionais, pessoais e de lazer. É justamente a alternância entre atividades que traria ao profissional o relaxamento e o descanso necessários à liberação de sua total expressão e criatividade.
Mas como explicar, então, que gênios criativos e grandes realizadores como Leonardo Da Vinci e Napoleão Bonaparte costumassem dormir poucas horas? Da Vinci, inclusive, tirava apenas sonecas de quinze minutos a cada quatro horas, entre as inúmeras invenções em que trabalhava por dias e dias. Não deveriam viver eles estressados, exaustos e, portanto, pouco criativos?
Atualmente tenho ouvido de profissionais nas sessões de coach que faço, que muitos declaram trabalhar mais que dez horas por dia em seus empregos, projetos ou empreendimentos - são os workaholics. Alguns se queixam disso penosamente, já outros se declaram "worklovers" e afirmam que exageram no trabalho por pura paixão pelo que fazem.
AMOR PERMITE ENVOLVIMENTO NAS TAREFAS
Mas o que significa passar tempo demais no trabalho? Vamos analisar dois cenários para ampliar a questão. O primeiro seria vivido por profissionais engajados em projetos criativos, com grau ideal de desafio (nem fácil e desinteressante, nem desafiante demais e estressante), e que permitisse que ele passasse seu dia "em fluxo". Fluxo vem do Inglês "flow", conceito desenvolvido pelo autor húngaro Mihály Csíkszentmihályi, no livro "A Descoberta do Fluxo". Significa um estado mental no qual a pessoa em atividade está totalmente "imersa", focada e envolvida em um processo, com o intuito de obter sentimento de foco energizado, total envolvimento e sucesso no processo.
Nesse primeiro cenário, o profissional se sente como "dono" do projeto, tendo uma visão ampla das áreas afetadas por ele. Ele sofre poucos aborrecimentos com telefonemas desnecessários, e-mails redundantes e reuniões urgentes sobre "o nada" para acalmar o chefe inseguro. Esse profissional tem a sensação de ser "dono de seu tempo", tal qual um artesão (ou como Da Vinci?), "sem ver o tempo passar". O que dita seu tempo é apenas a data de entrega de tal projeto. E ele intuitivamente sabe a hora de parar para recarregar-se.
Marshall Goldsmith, Coach que treinou os maiores executivos americanos, afirma que muitas horas de trabalho são necessárias para que um talento se transforme num expert. Basta vermos os grandes atletas, com performances superiores, e quanto tempo é dedicado para atingirem a excelência. Muito amor pelo que fazem capacita essas pessoas a permanecerem em fluxo por tantas horas seguidas.
TRABALHAR EM EXCESSO NÃO É SINÔNIMO DE COMPETÊNCIA
No segundo cenário, temos o profissional ofegante, que fala rápido, está sempre com os prazos apertados, faz várias coisas ao mesmo tempo, mas termina poucas delas. Tem a sensação (ao contrário do primeiro cenário) que seu tempo não lhe pertence, que é retirado dele à força. No fim do ano acredita vaidosamente, na festa de fim de ano da empresa, que liderou inúmeros projetos importantes, mas no fundo sente pouca plenitude, pois sempre "falta algo que ele ainda não realizou". Também tende a adiar suas férias inúmeras vezes. Sua família, de tanto ouvir que ele "ainda está no trabalho", já aprendeu a se resignar com sua ausência e "dar seu jeito" sem ele (ou sem ela), com um ressentimento velado. Esse profissisonal se ilude comemorando este comportamento familiar, pois acredita que agora estão todos "mais independentes".
O vício do profissional do segundo cenário o faz criar em torno de si uma realidade cruel, pois ele tapeia a si e aos que ama e precisam de sua presença e atenção. Infelizmente muitos só se dão conta disso após os 50 anos (quando fazem uma retrospectiva e desejam mudar sua carreira), quando já acumularam problemas familiares como divórcios ou filhos seguindo caminhos controversos. Passar doze horas por dia no trabalho pode significar apenas "não querer voltar para casa" ou "não ter para quem voltar" ou ainda "tenho questões difíceis de enfrentar na minha vida, então prefiro me alienar aqui no escritório".
Ainda outros cenários podem coexistir, mas o importante é refletir sobre algumas perguntas: o que leva você a passar mais horas no escritório do que parece saudável? Isso realmente está levando você a um real crescimento, aumento de performance e satisfação subjetiva? Isso o faz ser mais criativo (quantas ideias ou projetos novos você sugeriu no último ano)? Ou será que essas horas extras farão apenas você e sua família engrossarem as listas dos pacientes de consultórios terapêuticos ou de cardiologistas nas próximas décadas?
Para aumentar a motivação e o amor por sua atividade, comece a anotar quantas horas são gastas semanalmente com o trabalho, a família, os cuidados com saúde e a alimentação e o descanso/lazer. É somente a partir do equilíbrio destas áreas que podemos resgatar a energia necessária ao aprimoramento contínuo e à obtenção da satisfação profissional - a que coaduna com nossos verdadeiros valores.
Fonte:http://astral.mdemulher.abril.com.br
Mas como explicar, então, que gênios criativos e grandes realizadores como Leonardo Da Vinci e Napoleão Bonaparte costumassem dormir poucas horas? Da Vinci, inclusive, tirava apenas sonecas de quinze minutos a cada quatro horas, entre as inúmeras invenções em que trabalhava por dias e dias. Não deveriam viver eles estressados, exaustos e, portanto, pouco criativos?
Atualmente tenho ouvido de profissionais nas sessões de coach que faço, que muitos declaram trabalhar mais que dez horas por dia em seus empregos, projetos ou empreendimentos - são os workaholics. Alguns se queixam disso penosamente, já outros se declaram "worklovers" e afirmam que exageram no trabalho por pura paixão pelo que fazem.
AMOR PERMITE ENVOLVIMENTO NAS TAREFAS
Mas o que significa passar tempo demais no trabalho? Vamos analisar dois cenários para ampliar a questão. O primeiro seria vivido por profissionais engajados em projetos criativos, com grau ideal de desafio (nem fácil e desinteressante, nem desafiante demais e estressante), e que permitisse que ele passasse seu dia "em fluxo". Fluxo vem do Inglês "flow", conceito desenvolvido pelo autor húngaro Mihály Csíkszentmihályi, no livro "A Descoberta do Fluxo". Significa um estado mental no qual a pessoa em atividade está totalmente "imersa", focada e envolvida em um processo, com o intuito de obter sentimento de foco energizado, total envolvimento e sucesso no processo.
Nesse primeiro cenário, o profissional se sente como "dono" do projeto, tendo uma visão ampla das áreas afetadas por ele. Ele sofre poucos aborrecimentos com telefonemas desnecessários, e-mails redundantes e reuniões urgentes sobre "o nada" para acalmar o chefe inseguro. Esse profissional tem a sensação de ser "dono de seu tempo", tal qual um artesão (ou como Da Vinci?), "sem ver o tempo passar". O que dita seu tempo é apenas a data de entrega de tal projeto. E ele intuitivamente sabe a hora de parar para recarregar-se.
Marshall Goldsmith, Coach que treinou os maiores executivos americanos, afirma que muitas horas de trabalho são necessárias para que um talento se transforme num expert. Basta vermos os grandes atletas, com performances superiores, e quanto tempo é dedicado para atingirem a excelência. Muito amor pelo que fazem capacita essas pessoas a permanecerem em fluxo por tantas horas seguidas.
TRABALHAR EM EXCESSO NÃO É SINÔNIMO DE COMPETÊNCIA
No segundo cenário, temos o profissional ofegante, que fala rápido, está sempre com os prazos apertados, faz várias coisas ao mesmo tempo, mas termina poucas delas. Tem a sensação (ao contrário do primeiro cenário) que seu tempo não lhe pertence, que é retirado dele à força. No fim do ano acredita vaidosamente, na festa de fim de ano da empresa, que liderou inúmeros projetos importantes, mas no fundo sente pouca plenitude, pois sempre "falta algo que ele ainda não realizou". Também tende a adiar suas férias inúmeras vezes. Sua família, de tanto ouvir que ele "ainda está no trabalho", já aprendeu a se resignar com sua ausência e "dar seu jeito" sem ele (ou sem ela), com um ressentimento velado. Esse profissisonal se ilude comemorando este comportamento familiar, pois acredita que agora estão todos "mais independentes".
O vício do profissional do segundo cenário o faz criar em torno de si uma realidade cruel, pois ele tapeia a si e aos que ama e precisam de sua presença e atenção. Infelizmente muitos só se dão conta disso após os 50 anos (quando fazem uma retrospectiva e desejam mudar sua carreira), quando já acumularam problemas familiares como divórcios ou filhos seguindo caminhos controversos. Passar doze horas por dia no trabalho pode significar apenas "não querer voltar para casa" ou "não ter para quem voltar" ou ainda "tenho questões difíceis de enfrentar na minha vida, então prefiro me alienar aqui no escritório".
Ainda outros cenários podem coexistir, mas o importante é refletir sobre algumas perguntas: o que leva você a passar mais horas no escritório do que parece saudável? Isso realmente está levando você a um real crescimento, aumento de performance e satisfação subjetiva? Isso o faz ser mais criativo (quantas ideias ou projetos novos você sugeriu no último ano)? Ou será que essas horas extras farão apenas você e sua família engrossarem as listas dos pacientes de consultórios terapêuticos ou de cardiologistas nas próximas décadas?
Para aumentar a motivação e o amor por sua atividade, comece a anotar quantas horas são gastas semanalmente com o trabalho, a família, os cuidados com saúde e a alimentação e o descanso/lazer. É somente a partir do equilíbrio destas áreas que podemos resgatar a energia necessária ao aprimoramento contínuo e à obtenção da satisfação profissional - a que coaduna com nossos verdadeiros valores.
Fonte:http://astral.mdemulher.abril.com.br
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Robô que transmite beijo pode ser a solução para namoros à distância

Se antes a distância impedia muitos namoros de darem certo, hoje isso não precisa mais ser um problema. O pesquisador Hooman Samani desenvolveu um pequeno robô que pode revolucionar os relacionamentos virtuais. Trata-se do Kissenger, um robozinho com lábios artificiais altamente sensíveis.
Funciona assim: você e a sua paquera virtual beijam seus Kissengers ao mesmo tempo. Como são sensíveis ao toque, os robozinhos conseguem reconhecer os movimentos e transmiti-los.
O Kissinger (trocadilho com as palavras kiss e messenger, beijo e mensageiro em português) foi criado por Hooman Samani, um desenvolvedor da Universidade de Cingapura que se dedica a criar soluções robóticas para… bem… relações virtuais. Por mais estranha que pareça a ideia, até compreendemos que o Kissinger possa ser útil para quem gosta de alguém que está longe. Mas ainda não descobrimos por que diabos o robô tem formato de porco.
Se a foto acima não foi o suficiente para você ter noção de como o gadget funciona, veja só este vídeo.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oSckuNlzQdM
Fonte: exame.abril.com.br
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
5 coisas para sempre pagar com cartão de crédito

Se você controla o seu orçamento e paga a fatura do seu cartão de crédito sempre em dia, não há por que temê-lo. Cartões de crédito podem ser ótimos instrumentos de planejamento financeiro e dispõem de uma série de facilidades para seus usuários, além de serem os únicos meios de pagamento aceitos em certas situações. E hoje em dia já é possível se livrar até das taxas de anuidade, passíveis de negociação e de isenção.
Os plásticos também contam com a vantagem da segurança, em relação ao dinheiro vivo e aos cheques, tanto para casos de roubo e furto, quanto para questões de fraude. Os cheques, por exemplo, fazem com que qualquer um possa ter acesso a seus dados pessoais e até à sua assinatura. Em relação aos cartões de débito, os cartões de crédito contam com a vantagem de reunirem todos os gastos na fatura antes do pagamento, o que facilita a identificação de erros de cobrança e gastos indevidos.
É claro que existem casos em que o uso do cartão de crédito deve ser evitado ao máximo, como parcelamentos longos com juros, pagamentos de contas e saques no caixa eletrônico, uma vez que há a cobrança de taxas. Mas há outras situações em que é mais vantajoso usar o cartão que qualquer outro meio de pagamento:
1. Parcelamentos sem juros
O cartão de crédito é o melhor instrumento para parcelar valores moderadamente altos em períodos de até um ano. Devem-se evitar os parcelamentos longos e optar pelos pagamentos sem juros. É claro que nenhum parcelamento é realmente sem juros – qualquer consumidor pode pleitear um desconto para pagamento à vista, pois o valor parcelado já embute o custo dessa operação para o estabelecimento – mas as parcelas serão fixas e a compra pesará menos no bolso ao ter seu valor diluído no tempo.
É claro que é possível parcelar também no cheque pré-datado, mas especialistas alertam para os riscos dessa modalidade. “Não existe seguro para o cheque pré-datado no Brasil. O portador de dez cheques pode descontá-los no dia que quiser, mesmo que sejam para datas futuras. O consumidor fica sujeito à lealdade da pessoa a quem entregou os cheques”, diz Eliana Bussinger, autora do livro “A dieta do bolso”.
Além disso, o cheque pré-datado torna mais difícil controlar o orçamento. “Se a pessoa não lança essas prestações no orçamento dos meses futuros, pode acabar esquecendo essa despesa. Quando se parcela no cartão de crédito, não tem erro. A despesa aparece na fatura do mês e fica mais fácil de acompanhar”, diz Eliana.
2. Compras pela internet
Hoje em dia já é possível comprar pela internet usando boleto bancário ou cartão de débito, mas muitos sites ainda trabalham apenas com cartões de crédito. E alguns serviços de pagamento, como o Pay Pal, ainda requerem que o usuário tenha um cartão de crédito. “Se você não tem cartão de crédito, acaba excluído do mundo virtual”, lembra Eliana Bussinger.
3. Reservas de hotéis, compras de passagens e aluguel de carros
Planejar uma viagem sem cartão de crédito pode ser bem complicado. Compras de passagem de avião e de ônibus pela internet ou telefone só podem ser feitas se o consumidor tiver um cartão de crédito. Reservas de hotéis e de carros para alugar também costumam requerer o cartão de crédito como “garantia” – quando é possível reservar com cartão de débito, normalmente existe algum tipo de restrição, como uma taxa ou um tempo mais longo para aprovação da reserva.
4. Compras nos estabelecimentos parceiros
Cartões de crédito que dispõem de benefícios costumam conceder descontos para seus clientes nos estabelecimentos parceiros. Os cartões do Itaú, por exemplo, “dividem” com o usuário o valor do ingresso de cinemas, parques, teatros, partidas de futebol e atrações turísticas, dando 50% de desconto a quem usar o cartão de crédito para efetuar essas compras. Já os clientes de alguns dos cartões do Bradesco conseguem descontos ao usar o plástico em compras de parceiros como Wal-Mart, Som Livre, e o site Comprafacil.com.
5. Programas de fidelidade e outros mimos
Uma das vantagens mais evidentes do bom uso do cartão de crédito é o acúmulo de pontos que podem ser trocados por milhas aéreas e prêmios, além de benefícios como seguro-viagem e seguro-desemprego. Há cartões que chegam a restituir um percentual da compra em dinheiro na compra do usuário. Em todos esses casos, toda compra rende pontos e apenas o fato de portar o cartão já garante os paparicos.
Clientes American Express e Credicard, por exemplo, costumam ter privilégios na compra de ingressos de shows muito badalados, comprando antes de todo mundo. Já o programa de fidelidade do HSBC permite a troca de pontos acumulados com as compras por produtos como eletroeletrônicos, eletrodomésticos, CDs e DVDs, entre outros, além dos tradicionais ingressos e milhas aéreas.
Mas é claro que os benefícios têm custos, refletidos na anuidade. “É preciso ficar atento. O cliente só deve aceitar os benefícios que ele vai usar. Se o sujeito não pretende viajar para fora ou comprar em sites estrangeiros, não tem por que pedir um cartão internacional, que é bem mais caro”, lembra Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).
Fonte: exame.abril.com.br
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Está de férias? Veja 8 dicas para aproveitar a viagem de maneira sustentável
Alguém aí está de férias? Para quem vai viajar, é uma boa hora para colocar algumas atitudes em prática. Caso contrário, já pode servir para o próximo roteiro – seja ele dentro ou fora do Brasil, perto ou longe da sua cidade.
Respeitar as belezas naturais e a cultura local também deve fazer parte do seu roteiro
(Foto: Lago Titicaca/ Bolívia)
Faça um bom “esquenta”
Pesquise, leia, use a internet… informe-se como for possível sobre o lugar que você vai visitar, os pontos turísticos, costumes, alimentação. Com esse conhecimento prévio, fica mais fácil aproveitar. E isso não invalida as surpresas que você terá pelo caminho. Em casos mais específicos, conhecimento transparece respeito com a população e os costumes do lugar visitado. Ter informações básicas à mão, como tarifas e regras de visitação, ajudam, inclusive, a economizar dinheiro e tempo. Se usar serviço de agências, consulte programas de responsabilidade sociambiental, que promovam um turismo consciente.
Divirta-se com o diferente
Respeite a cultura do lugar e entre no clima com a programação oferecida. Ter a percepção de que o novo não faz parte das suas referências (de cultura, de hábitos) é um dos primeiros passos para aproveitar com consciência.
Não leve o armário com você
Pode parecer difícil (meninas?), mas é possível. Fica melhor para carregar e oferece mobilidade para os momentos em que você está chegando ou saindo de uma cidade, por exemplo. No caso de viagens de carro, economiza espaço no bagageiro e não sobrecarrega o veículo. Pense em itens-chave, que facilitam a sua vida e economizam: roupas que secam fácil, garrafinha de água para toda a viagem, pilhas recarregáveis…
Não traga pedaços
Para as lembrancinhas que você vai trazer para pais, tios, avós, amigos, namorado (a)… procure o artesanato local, produzido de forma legítima e amigável. Esqueça souvenirs que são arrancados da natureza, como corais, pedras, pedaços de uma construção histórica… Tire fotos ou guarde na memória. Fora do contexto, esse tipo de coisa perde significado e beleza.
Mesmo que você ache que vai ficar lindo na decoração da sua casa, deixe a natureza como você a encontrou
Vá com calma
Fique tranquilo e esteja aberto. Aproveite para descansar e desfrutar cada momento da viagem sem a ansiedade habitual do cotidiano. Assim, você pode oferecer o melhor da sua presença aos locais por onde passa, fazendo amigos e deixando-se encantar com as belezas que não está acostumado a ver. E, claro, aproveita as atrações com muito mais qualidade, partindo do princípio de que “quem quer fazer tudo, acaba não fazendo nada direito”.
Seu lixo com você
Se estiver em uma trilha, guarde o lixo que for produzindo ao longo do percurso: casca de fruta, garrafas, guardanapos, latas, embalagens… (não precisava nem dizer, né?). O mesmo, claro, vale para passeios em ambientes urbanos. Se não achar um local adequado para o descarte, leve-o com você até encontrar.
Conheça a culinária local
Aprecie sabores que você desconhece. A viagem ganha outro sentido quando você experimenta a gastronomia local – uma das principais portas de entrada para entender a cultura de um povo. É uma excelente maneira de valorizar a região visitada, já que o consumo de produtos locais é menos agressivo ao meio ambiente e movimenta a economia da região.
Movimente-se
Ande. A pé você consegue ver coisas que de táxi passam batido. Se o percurso até o ponto que você pretende ir for curto, faça do caminho até ele uma atração turística. Além de economizar (dinheiro, combustível…), novas possibilidades podem se abrir no seu roteiro.
Tem mais alguma dica? Compartilhe e boa viagem!
Fonte:http://super.abril.com.br/
Respeitar as belezas naturais e a cultura local também deve fazer parte do seu roteiro
(Foto: Lago Titicaca/ Bolívia)
Faça um bom “esquenta”
Pesquise, leia, use a internet… informe-se como for possível sobre o lugar que você vai visitar, os pontos turísticos, costumes, alimentação. Com esse conhecimento prévio, fica mais fácil aproveitar. E isso não invalida as surpresas que você terá pelo caminho. Em casos mais específicos, conhecimento transparece respeito com a população e os costumes do lugar visitado. Ter informações básicas à mão, como tarifas e regras de visitação, ajudam, inclusive, a economizar dinheiro e tempo. Se usar serviço de agências, consulte programas de responsabilidade sociambiental, que promovam um turismo consciente.
Divirta-se com o diferente
Respeite a cultura do lugar e entre no clima com a programação oferecida. Ter a percepção de que o novo não faz parte das suas referências (de cultura, de hábitos) é um dos primeiros passos para aproveitar com consciência.
Não leve o armário com você
Pode parecer difícil (meninas?), mas é possível. Fica melhor para carregar e oferece mobilidade para os momentos em que você está chegando ou saindo de uma cidade, por exemplo. No caso de viagens de carro, economiza espaço no bagageiro e não sobrecarrega o veículo. Pense em itens-chave, que facilitam a sua vida e economizam: roupas que secam fácil, garrafinha de água para toda a viagem, pilhas recarregáveis…
Não traga pedaços
Para as lembrancinhas que você vai trazer para pais, tios, avós, amigos, namorado (a)… procure o artesanato local, produzido de forma legítima e amigável. Esqueça souvenirs que são arrancados da natureza, como corais, pedras, pedaços de uma construção histórica… Tire fotos ou guarde na memória. Fora do contexto, esse tipo de coisa perde significado e beleza.
Mesmo que você ache que vai ficar lindo na decoração da sua casa, deixe a natureza como você a encontrou
Vá com calma
Fique tranquilo e esteja aberto. Aproveite para descansar e desfrutar cada momento da viagem sem a ansiedade habitual do cotidiano. Assim, você pode oferecer o melhor da sua presença aos locais por onde passa, fazendo amigos e deixando-se encantar com as belezas que não está acostumado a ver. E, claro, aproveita as atrações com muito mais qualidade, partindo do princípio de que “quem quer fazer tudo, acaba não fazendo nada direito”.
Seu lixo com você
Se estiver em uma trilha, guarde o lixo que for produzindo ao longo do percurso: casca de fruta, garrafas, guardanapos, latas, embalagens… (não precisava nem dizer, né?). O mesmo, claro, vale para passeios em ambientes urbanos. Se não achar um local adequado para o descarte, leve-o com você até encontrar.
Conheça a culinária local
Aprecie sabores que você desconhece. A viagem ganha outro sentido quando você experimenta a gastronomia local – uma das principais portas de entrada para entender a cultura de um povo. É uma excelente maneira de valorizar a região visitada, já que o consumo de produtos locais é menos agressivo ao meio ambiente e movimenta a economia da região.
Movimente-se
Ande. A pé você consegue ver coisas que de táxi passam batido. Se o percurso até o ponto que você pretende ir for curto, faça do caminho até ele uma atração turística. Além de economizar (dinheiro, combustível…), novas possibilidades podem se abrir no seu roteiro.
Tem mais alguma dica? Compartilhe e boa viagem!
Fonte:http://super.abril.com.br/
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
8 comidas venenosas que você adora comer
Que existem cogumelos venenosos não é segredo para ninguém. Mas você provavelmente nem imagina que pode estar comendo alimentos tóxicos até mesmo em uma salada inocente. Nesta lista que a SUPER preparou, você encontra oito alimentos que todo mundo come, mas que podem até matar. Mas não precisa entrar em pânico! A maioria só faz mal se for preparada de um jeito errado ou ingerida em quantidades absurdas.
8. Cogumelo
Você já sabe que alguns tipos de cogumelo “dão barato” e que podem até alterar a sua personalidade. Por outro lado, tem também os cogumelos inofensivos e que podem ser ingeridos sem problemas, como o shiitake. O perigo está justamente na hora de diferenciar os cogumelos comestíveis dos venenosos. Apesar de existirem maneiras de identificar se um cogumelo é venenoso ou não, elas não são infalíveis e todos os cogumelos de origem desconhecida são, portanto, perigosos.

7. Noz moscada
Existem dois casos documentados de morte por noz moscada: um em 1908 e outro em 2001. Mas calma, é preciso ingerir uma noz moscada inteirinha para que a substância alucinógena que ela contém possa te matar. Infelizmente, quantidades menores da especiaria também causam efeitos colaterais perigosos. A ingestão de 10 gramas leva a alucinações e apenas 2 gramas da noz moscada causam uma sensação parecida com a de consumo de anfetaminas, levando a náusea, febre e dores de cabeça.

6. Amêndoas
As amêndoas amargas, apesar de muito populares por seu sabor, possuem um componente nada saudável: elas são cheias de cianeto (chamado antigamente de cianureto). Isso mesmo, aquela substância letal usada pelos assassinos em romances da Agatha Christie. Mas não é preciso criar pânico! Antes de serem liberadas para consumo, elas são obrigatoriamente processadas para remover o veneno. Alguns países, como a Nova Zelândia, preferem não arriscar e tornam ilegal a venda das amêndoas amargas.

5. Cereja
As cerejas são frutinhas populares, principalmente na cobertura de bolos de aniversário (elas costumam ser disputadas). Porém, o que pouca gente sabe é que, quando as sementes das cerejas são esmagadas ou mastigadas, elas produzem cianeto de hidrogênio, a mesma substância tóxica e letal das amêndoas amargas. Pensando nisso, ainda bem que nem sempre o que vem no bolo é cereja de verdade!
4. Mandioca
A mandioca é a terceira fonte mais importante de calorias nos países tropicais, por isso é de assustar que ela contenha substâncias tóxicas. Suas raízes e folhas, quando mal processadas, liberam o já citado cianeto de hidrogênio. Para evitar que isso aconteça, a mandioca precisa ser preparada com cuidado e existem diferentes maneiras de retirar o veneno: desde cozinhar a fermentar a mandioca. Sem o devido preparo, ela pode causar intoxicação aguda, o que leva a vertigem, vômitos e, em alguns casos, à morte dentro de uma ou duas horas.

3. Maçã
Assim como as amêndoas e as cerejas, as sementes da maçã também contém cianeto, mas em quantidades muito menores. Por isso, mesmo que você consuma sem querer uma semente dessas, não precisa sair correndo para o hospital. É preciso mastigar e ingerir um número bem alto de sementes de maçã para ficar doente. Mesmo assim, pode acontecer. E você com medo de comer aquela maçã que, depois de cortada, escurece…

2. Tomate
Lembra quando você descobriu que tomate era uma fruta? Está na hora de mais uma lição. Os caules e folhas do tomate contêm glicoalcalóides, que pode causar extremo nervosismo e transtornos gastrointestinais. Essas partes não são usadas na salada, mas são muito úteis para realçar o sabor na hora de cozinhar. Se forem removidos antes do consumo, não há chance de o veneno escapar em quantidade suficiente para causar qualquer problema.

1. Batata
A batata comum, assim como os tomates, contém quantidades consideráveis de glicoalcalóides nas suas folhas. Essa substância tóxica causa fraqueza, confusão e pode levar ao coma e à morte. Mas, tudo bem, ninguém come essa parte das batatas mesmo. O problema é que esse veneno pode estar presente também na própria batata. Mas há uma maneira fácil de identificar se ela pode ser consumida: altas concentrações do veneno glicoalcalóide mudam a coloração da batata para verde.

Fonte: http://super.abril.com.br
8. Cogumelo
Você já sabe que alguns tipos de cogumelo “dão barato” e que podem até alterar a sua personalidade. Por outro lado, tem também os cogumelos inofensivos e que podem ser ingeridos sem problemas, como o shiitake. O perigo está justamente na hora de diferenciar os cogumelos comestíveis dos venenosos. Apesar de existirem maneiras de identificar se um cogumelo é venenoso ou não, elas não são infalíveis e todos os cogumelos de origem desconhecida são, portanto, perigosos.
7. Noz moscada
Existem dois casos documentados de morte por noz moscada: um em 1908 e outro em 2001. Mas calma, é preciso ingerir uma noz moscada inteirinha para que a substância alucinógena que ela contém possa te matar. Infelizmente, quantidades menores da especiaria também causam efeitos colaterais perigosos. A ingestão de 10 gramas leva a alucinações e apenas 2 gramas da noz moscada causam uma sensação parecida com a de consumo de anfetaminas, levando a náusea, febre e dores de cabeça.

6. Amêndoas
As amêndoas amargas, apesar de muito populares por seu sabor, possuem um componente nada saudável: elas são cheias de cianeto (chamado antigamente de cianureto). Isso mesmo, aquela substância letal usada pelos assassinos em romances da Agatha Christie. Mas não é preciso criar pânico! Antes de serem liberadas para consumo, elas são obrigatoriamente processadas para remover o veneno. Alguns países, como a Nova Zelândia, preferem não arriscar e tornam ilegal a venda das amêndoas amargas.

5. Cereja
As cerejas são frutinhas populares, principalmente na cobertura de bolos de aniversário (elas costumam ser disputadas). Porém, o que pouca gente sabe é que, quando as sementes das cerejas são esmagadas ou mastigadas, elas produzem cianeto de hidrogênio, a mesma substância tóxica e letal das amêndoas amargas. Pensando nisso, ainda bem que nem sempre o que vem no bolo é cereja de verdade!
4. MandiocaA mandioca é a terceira fonte mais importante de calorias nos países tropicais, por isso é de assustar que ela contenha substâncias tóxicas. Suas raízes e folhas, quando mal processadas, liberam o já citado cianeto de hidrogênio. Para evitar que isso aconteça, a mandioca precisa ser preparada com cuidado e existem diferentes maneiras de retirar o veneno: desde cozinhar a fermentar a mandioca. Sem o devido preparo, ela pode causar intoxicação aguda, o que leva a vertigem, vômitos e, em alguns casos, à morte dentro de uma ou duas horas.

3. Maçã
Assim como as amêndoas e as cerejas, as sementes da maçã também contém cianeto, mas em quantidades muito menores. Por isso, mesmo que você consuma sem querer uma semente dessas, não precisa sair correndo para o hospital. É preciso mastigar e ingerir um número bem alto de sementes de maçã para ficar doente. Mesmo assim, pode acontecer. E você com medo de comer aquela maçã que, depois de cortada, escurece…

2. Tomate
Lembra quando você descobriu que tomate era uma fruta? Está na hora de mais uma lição. Os caules e folhas do tomate contêm glicoalcalóides, que pode causar extremo nervosismo e transtornos gastrointestinais. Essas partes não são usadas na salada, mas são muito úteis para realçar o sabor na hora de cozinhar. Se forem removidos antes do consumo, não há chance de o veneno escapar em quantidade suficiente para causar qualquer problema.

1. Batata
A batata comum, assim como os tomates, contém quantidades consideráveis de glicoalcalóides nas suas folhas. Essa substância tóxica causa fraqueza, confusão e pode levar ao coma e à morte. Mas, tudo bem, ninguém come essa parte das batatas mesmo. O problema é que esse veneno pode estar presente também na própria batata. Mas há uma maneira fácil de identificar se ela pode ser consumida: altas concentrações do veneno glicoalcalóide mudam a coloração da batata para verde.

Fonte: http://super.abril.com.br
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